George
IV
Fonte:
http://goo.gl/bxGWy
Entre as guerras e conflitos destacam-se a Guerra dos Sete Anos, conhecido na América
como Guerra Franco-Indígina (1756-1763), Revolução Americana (1775-1783), a
rebelião irlandesa de 1798, e o Guerras Napoleônicas (1803-1815). Dessas, a
Grã-Bretanha só não venceu a Revolução Americana devido a aliança formada pelos
Estados Unidos, França, Espanha e Países Baixos oprimindo o país que ficou
sozinho na batalha.
Guerra
dos Sete Anos
Fonte:
http://goo.gl/9RUCG
O mercantilismo, sendo a
política básica impostas em suas colônias, significava uma parceria entre o
governo e os comerciantes que visava o aumento do poder político e econômico.
Através de barreiras comerciais, regulamentos e subsídios às indústrias
nacionais, buscavam maximizar as exportações e minimizar as importações para o
reino, excluindo outros impérios comercialmente.
A perda de algumas das
colônias americanas na Guerra da Independência Americana foi considerado como
um desastre nacional e foi visto por alguns observadores estrangeiros o fim da
Grã-Bretanha como um grande poder. Na Europa, as guerras com a França se
arrastaram por quase um quarto de século, 1793-1815. A vitória sobre Napoleão
na batalha de Trafalgar (1805) e a Batalha de Waterloo (1815) sob o Almirante
Lord Nelson e o duque de Wellington trouxe um sentimento de triunfalismo e
reação política.
A história conta com uma
grande diferença entre ricos e pobres, e ao mesmo tempo, um aumento na classe
média comerciante. Comerciantes, banqueiros, seguradoras e companhias de
navegação reforçaram o movimento da Inglaterra em direção ao vasto império que
viria a se tornar. Com o fim da guerra com a França, o Reino Unido entrou num período
de maior depressão econômica e incerteza política, caracterizada pelo
descontentamento social e instabilidade, o que acabou gerando várias rebeliões
populares, como a chamada Marcha dos Blanketeers (1817) e o Massacre Peterloo
(1819).
Massacre
Peterloo
Fonte:
http://goo.gl/cbYpc
Nos primeiros anos do século XVIII,
nascem os jornais de Londres, satisfazendo as exigências de uma população cada
vez mais letrada. O destaque fica por conta de Richard Spectator de Addison.
A única ponte que atravessava o Rio
Tamisa em Londres era a London Bridge. No entanto, a cidade em crescimento
exigiu mais facilidade de movimento, então grande parte das antigas muralhas
foram destruídas e mais pontes foram erguidas.
London Bridge
Fonte: http://goo.gl/s5Cgu
O período georgiano em Londres
coincidiu muito ordenadamente com o Revival Palladian na arquitetura e na arte.
A arquitetura tomou novo impulso no início do reinado de George I, embora o rei
tenha ficado conhecido pelo seu mau gosto. Vários nobres foram estudar no
continente, entre eles Lord Burlington. Em seu projeto de 1715 Burlington
House, em Piccadilly, desempenhou um papel importante na popularização deste
estilo clássico que se tornou a norma para a maior parte do século.
Burlington House
Fonte: http://goo.gl/Zg5uH
Georgian London.
Disponível em: <http://www.britainexpress.com/London/georgian-london.htm>. Acesso
em: 07 de Março de 2012.
The regency Era: England and the world in the Late
Georgian and Regency Era. Disponível em: <http://www.gardnermysteries.com/index-regency.html>. Acessado em: 06 de Março de
2012.
Georgian Era.
Disponível em: <http://en.wikipedia.org/wiki/Georgian_era>. Acessado em: 07 de Março de 2012.
História da arte: A Arte Inglesa o Estilo Georgiano. Disponível em: <http://www.areliquia.com.br/artigos%20anteriores/40historiaa.htm>. Acessado em:
07 de Março de 2012.



