O novo regime Norman
estabeleceu novas fortificações dentro da cidade para dominar a população
nativa. Entre elas a Torre de Londres, onde o reforço inicial de madeira foi
rapidamente substituído pela construção do primeiro castelo de pedra da
Inglaterra. Os fortes menores também foram estabelecidos ao longo da orla. Em
1097 William Rufus, iniciou a construção de 'Westminster Hall’.
Em 1176 começou a construção
mais famosa, a Ponte de Londres (concluído em 1209), que foi construída no
local de várias pontes de madeira anteriores. Esta ponte iria durar 600 anos, e
permaneceu a única ponte entre o rio Tamisa até 1739. Nos seguintes séculos Londres
sacudiu a pesada influência francesa cultural e linguística que estavam lá
desde os tempos da conquista normanda.
Durante a Revolta dos
Camponeses de 1381, Londres foi invadida por rebeldes liderados por Wat Tyler.
Os camponeses saquearam a cidade e atearam fogo em diversos edifícios. Tyler
foi apunhalado até à morte pelo prefeito William Walworth em um confronto em Smithfield
e a revolta entrou em colapso.
O comércio cresceu de forma
constante durante a Idade Média, e Londres cresceu rapidamente como resultado.
Em 1100 a população de Londres estava um pouco mais de 15.000. Por volta de
1300 tinha crescido para cerca de 80.000. Londres perdeu pelo menos metade da
sua população durante a Peste Negra em meados do século 14, mas a sua
importância económica e política estimulou uma rápida recuperação, apesar das
epidemias futuras. O comércio em Londres foi organizado em várias corporações,
que efetivamente controlavam a cidade, e elegeram o prefeito da cidade de
Londres. Londres medieval era composta de ruas estreitas e tortuosas, e a
maioria dos edifícios foram feitos de materiais inflamáveis como madeira e
palha, o que fez do fogo uma ameaça constante, enquanto a higienização
(saneamento) das cidades era pobre.
PLANTA DE LONDRES EM 1300
Norman
and Medieval London. Disponível em:
<http://en.wikipedia.org/wiki/History_of_London>. Acesso em 12 de março
de 2012.
